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1º Fórum LGBT+ de Araras debate políticas públicas

O 1º Fórum LGBT+ de Araras com o tema “Queremos políticas públicas e isso não é privilégio” aconteceu no último sábado, dia 23, na Câmara Municipal com a presença de diversas pessoas para debater o tema.

A saudações inicial ficou por conta da presidente da câmara de Araras Miriam Vanessa, que parabenizou o coletivo pela organização e colocou a Casa de Leis à disposição para debates de relevância para a sociedade que o que estava ocorrendo.

A militante Maria Eduarda Negretto compôs a mesa e explanou as dificuldades que viveu desde que se identificou como mulher nos anos 90, comentou sobre o que aconteceu com ela na época que foi levada para delegacia por se vestir como mulher.


O deputado estadual Guilherme Cortez (Psol) ressaltou o enfrentamento que vem realizando no Estado de São Paulo para garantir os direitos da população LGBT, também mencionou que seu mandato é um gabinete de denúncias de homofobia e transfobia que vem ocorrendo nas diversas cidades.


Cortez lembrou ainda da fala da vereadora ararense que afirmou ser aberração levar crianças em movimento LGBT e que falas como essas acabam legitimando o ódio e a violência contra a população, motivo pelo qual políticas públicas não é um privilégio, é garantia de segurança e sobrevivência.


Já o advogado e ativista Paulo Iotti considerou que falas como a da vereadora são crimes de homofobia e cabe a perda de mandato. Ele lembrou que sustentou no STF (Supremo Tribunal Federal) que o crime de homofobia fosse equiparado ao crime de racismo.


Paulo falou sobre a discussão da Câmara Federal sobre o casamento homoafetivo e que não há uma justificativa plausível para acabar com um direito já conquistado.


Como ativista e diretor presidente da Associação de Advogados pela Diversidade já está pronto para acionar o judiciário e recorrer às instâncias necessárias para que o direito garantido permaneça.


A organização do coletivo redigiu um documento que será enviado as autoridades e vai cobrar o Município pelo Conselho LGBT, além de estuda a realização da Parada do Orgulho LGBTQIAPN no mês de novembro desse ano.


TEXTO: DIVULGAÇÃO COLETIVO LGBT +

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