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Frente Democrática aguarda nova audiência pública sobre empréstimo

Atualizado: 13 de fev. de 2023

A Frente Democrática de Araras, movimento formado por partidos políticos, sindicatos e populares, aguarda a definição dos vereadores para realização de nova audiência pública na Câmara Municipal com a finalidade de debater sobre o projeto de lei apresentado pelo prefeito que pretende fazer empréstimo de R$ 60 milhões junto à Caixa Econômica Federal.


O grupo encaminhou ofício à presidente da Câmara, Vanessa Pires (PSD), ressaltando que o projeto não traz informações detalhas sobre a forma amortização, o custo real e nem os critérios de prioridades sobre as obras que seriam realizadas com o empréstimo, proveniente do programa Finisa.

Crédito: Reprodução

A mobilização ganhou mais força a partir da suspensão da votação em sessão extraordinária e em seguida a realização da primeira audiência pública, na semana passada, cancelada pela presidente.


A Frente continua organizada e aguarda pela nova data da audiência. A ideia é exigir que os vereadores analisem o real impacto financeiro, que em cálculos extraoficiais, apurados pelo movimento, teria um valor final de empréstimo em torno de R$ 300 milhões, que prefeito e secretários da administração negam, mas não apresentam dados concretos, com valor real a ser pago pelo empréstimo, deixando assim, o projeto sem transparência.


A Frente Democrática entende que é importante que a população compareça em massa na Câmara para impedir que o município encaminhe para uma dívida desnecessária, a ser paga pelos próximos governantes.


O grupo alega que o governo precisa ter responsabilidade fiscal e valorizar as prioridades na saúde pública, a segurança alimentar para todos, questão do lixão e do esgoto, geração de emprego e o saneamento básico, que nem consta nos planos do projeto de lei do empréstimo sem justificativa contundente.


O movimento também acha necessário que o prefeito deve, primeiramente, estabelecer um planejamento e projetos que lhe permitam buscar recursos junto à órgãos públicos, nos governos Federal e Estadual, onde há verbas para todos setores, evitando assim um endividamento da Prefeitura.


Reprodução PT/Araras

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